Corrinha Delfino não apenas integrou a gestão de Zé Aldemir — ela ocupou um dos cargos mais estratégicos da administração, à frente da Secretaria de Educação durante os oito anos de governo.
Em Cajazeiras, o desgaste político da prefeita Corrinha Delfino ganha contornos cada vez mais evidentes diante do silêncio sobre sua relação com o ex-prefeito Zé Aldemir.
E os fatos políticos são claros e incontornáveis.
Corrinha Delfino não apenas integrou a gestão de Zé Aldemir — ela ocupou um dos cargos mais estratégicos da administração, à frente da Secretaria de Educação durante os oito anos de governo. Mais do que isso: foi escolhida como sucessora política, sendo lançada como candidata com o respaldo direto do então prefeito.
Na prática, teve à disposição o apoio político, a estrutura administrativa e o capital eleitoral de um grupo consolidado, que foi determinante para sua eleição.
É justamente por isso que o cenário atual causa reação.
Após chegar ao poder, a prefeita evita esclarecer se mantém ou não a aliança com quem a projetou politicamente. Ao mesmo tempo, intensifica aparições públicas ao lado do deputado Júnior Araújo, sinalizando uma possível mudança de eixo político — ainda não assumida de forma transparente.
Para críticos e observadores da cena local, o problema não é apenas a reconfiguração de alianças — algo comum na política. O ponto central é a forma: sem explicação, sem posicionamento e sem prestação de contas à população.
Nesse contexto, cresce a percepção de que a prefeita pode enfrentar um alto custo político. A história mostra que movimentos interpretados como rompimentos abruptos ou falta de lealdade política tendem a gerar desgaste, especialmente quando envolvem lideranças que tiveram papel decisivo na construção de uma vitória eleitoral.
Zé Aldemir, por sua vez, aparece como a figura que confiou, estruturou e viabilizou politicamente o projeto que hoje ocupa o comando do município.
Diante disso, a cobrança se intensifica:
Corrinha Delfino precisa dizer com todas as letras a Cajazeiras: há rompimento ou não?
Porque, no atual cenário, o silêncio já não é apenas ausência de resposta, é, para muitos, a própria resposta.
Fonte: Tribuna Do Sul
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