Investigação teve início após homicídio registrado em fevereiro e apura envolvimento com tráfico de drogas e assassinatos no extremo sul do estado
Uma operação realizada pela Polícia Civil da Bahia na manhã desta quarta-feira (10) resultou na prisão de três pessoas investigadas por suposta ligação com uma organização criminosa atuante no município de Teixeira de Freitas, no extremo sul do estado.
Entre os detidos estão uma jornalista conhecida na região por atuar em páginas de notícias e marketing digital, um servidor público municipal e um jovem de 23 anos. A ação foi denominada de Operação Magnum e faz parte de uma investigação que apura crimes relacionados ao tráfico de drogas e homicídios.
Segundo informações divulgadas pela TV Bahia, os presos foram identificados como Cassiano Dias Brito, de 29 anos, Verônica Silva Cardoso Gama, de 38 anos, e Rafael Nunes Di Lauro Dias, de 23 anos.
Investigação começou após homicídio
De acordo com a Polícia Civil, as investigações tiveram início após um homicídio ocorrido em fevereiro deste ano. A partir da apuração do crime, os investigadores reuniram elementos que apontariam para a atuação de uma organização criminosa na região.
Com o avanço das diligências, a Justiça autorizou medidas que culminaram na deflagração da Operação Magnum, realizada para cumprir mandados e aprofundar as investigações sobre o grupo.
As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre a participação individual de cada investigado nem sobre o grau de envolvimento de cada um com os crimes apurados.
Polícia busca combater atuação de facções
A operação integra uma série de ações desenvolvidas pelas forças de segurança para combater organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas, homicídios e outros crimes violentos no extremo sul baiano.
Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam e novas diligências poderão ser realizadas nos próximos dias para identificar outros possíveis integrantes do grupo.
Presunção de inocência
Até o momento, os suspeitos são investigados e terão direito à ampla defesa e ao contraditório durante o andamento do processo. A eventual responsabilidade criminal de cada um será definida pela Justiça após a conclusão das investigações e a análise das provas reunidas pelas autoridades.
A Polícia Civil não descarta novas prisões no decorrer da apuração.









