Um vigilante de 64 anos foi encontrado morto dentro do apartamento onde morava, no bairro da Liberdade, em Campina Grande, Agreste da Paraíba. O caso, registrado nesta terça-feira (28), está sendo investigado pela Polícia Civil como homicídio.
A vítima foi identificada como Júlio Cesar Marcelino, que trabalhava como vigilante da Prefeitura Municipal de Campina Grande. De acordo com as primeiras informações da investigação, o crime pode ter ocorrido no último domingo (26).
O corpo foi encontrado pela irmã da vítima, que tinha o costume de realizar faxinas no apartamento. Ao chegar ao imóvel, ela encontrou Júlio já sem vida e acionou as autoridades.
Segundo a Polícia Civil, o homem apresentava perfurações na região do pescoço e do peito, indicando que foi vítima de um ataque violento.
Imagens de câmeras podem ajudar na investigação
As investigações apontam que câmeras de segurança de um estabelecimento localizado no térreo do prédio registraram a entrada de dois suspeitos no imóvel onde a vítima morava. As imagens deverão ser analisadas para auxiliar na identificação dos envolvidos e esclarecer a dinâmica do crime.
A polícia também informou que testemunhas relataram que Júlio fazia uso de drogas. No entanto, até o momento, não há confirmação de que essa informação tenha relação direta com o homicídio, e nenhuma linha de investigação foi descartada.
Corpo será periciado
Após os procedimentos iniciais no local, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Polícia Científica (IPC) de Campina Grande, onde passará por exames periciais que poderão ajudar a determinar as circunstâncias e o horário exato da morte.
A Delegacia de Homicídios segue investigando o caso e trabalha para identificar os autores e a motivação do crime.
Familiares e amigos aguardam respostas enquanto lamentam a morte de Júlio Cesar Marcelino, que atuava como servidor público e teve a vida interrompida de forma violenta. A Polícia Civil reforça que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio dos canais oficiais de denúncia.













