Pelas novas regras, beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027. Antes da mudança, pessoas poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) informou nesta segunda-feira (6) que foi estabelecido um novo cronograma para o uso das bases biométricas na concessão ou renovação de benefícios sociais.

De acordo com a pasta, os beneficiários de programas sociais que ainda não têm nenhum cadastro biométrico terão de emitir a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) até janeiro de 2027.

Já quem é beneficiário ou tem cadastro biométrico do Tribunal Superior Eleitoral ou da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou passaporte, a CIN só passará a ser obrigatória em janeiro de 2028.

➡️Antes da mudança, as pessoas que buscassem um benefício poderiam ser impactadas a partir de maio deste ano.

Segundo o governo, a mudança serve para que os cidadãos tenham mais tempo para fazer o cadastro biométrico de forma gratuita a partir da CIN. Além disso, garante que nenhuma pessoa será prejudicada.

Como fazer

O primeiro passo para a emissão da carteira de identidade nacional, de acordo com o Ministério da Gestão, é acessar o gov.br/identidade, entrar no link de agendamento de seu estado e marcar a coleta da biometria.

No dia da emissão, o governo explicou que é necessário levar a certidão de nascimento ou de casamento.

Caso seja do interesse, a versão digital da CIN também possibilita a inclusão de outros documentos, como a CNH ou o título de eleitor.

G1

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