A deputada estadual Doutora Paula (Progressistas) denunciou, nesta terça-feira (15), durante sessão da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), uma suposta prática de assédio eleitoral contra servidores públicos municipais de Cajazeiras. Segundo a parlamentar, a prefeita do município estaria pressionando funcionários a votar em determinado candidato nas próximas eleições.

Em seu pronunciamento, Doutora Paula classificou a prática como antidemocrática e lamentou que situações semelhantes estejam sendo relatadas em diferentes municípios paraibanos.

“É triste observar que o assédio eleitoral está em diversos municípios paraibanos, com gestores exigindo que funcionários e eleitores votem em determinados candidatos”, afirmou a deputada.

Ao abordar especificamente a situação de Cajazeiras, a parlamentar afirmou que a gestora estaria pressionando servidores e eleitores a apoiarem um determinado candidato. Para Doutora Paula, qualquer tentativa de interferência na escolha individual do eleitor representa uma ameaça à liberdade democrática.

“Em Cajazeiras, a gestora está obrigando o eleitor a votar em determinado candidato. Isso é um comportamento antidemocrático. Infelizmente, estamos observando esse tipo de prática. A liberdade de expressão e o voto estão na Constituição. Temos o direito de votar em quem quisermos, para representar nossa Paraíba com homens dignos”, declarou.

A deputada ressaltou ainda que a escolha do voto deve ser livre e consciente, sem qualquer tipo de constrangimento, pressão ou retaliação. Para ela, servidores públicos e demais eleitores precisam ter assegurado o direito de escolher seus representantes de acordo com suas convicções.

Durante o discurso, Doutora Paula também manifestou apoio aos nomes que considera importantes para o futuro político da Paraíba. “Acredito na eleição do nosso governador Lucas Ribeiro e dos nossos senadores, João e Nabor. E acredito também na eleição do deputado estadual Zé Aldemir”, afirmou.

A parlamentar defendeu que o processo eleitoral seja marcado pelo respeito à democracia, à liberdade de escolha e à autonomia do eleitor, independentemente de sua função pública ou vínculo profissional.