♬ Produtor musical, arranjador, baixista, guitarrista e compositor paulistano, Marcelo Cabral é nome recorrente nas discografias de artistas da cena indie de São Paulo, como o rapper Criolo e como o cantor e compositor Romulo Fróes.
Integrante do Passo Torto, grupo que formou com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e o mencionado Romulo Fróes, Cabral nasceu em julho de 1974 e foi criado no bairro paulistano de Perdizes, onde começou a andar de skate aos seis anos. Aos 12 anos, virou skatista profissional em adolescência que teve como trilha sonora o punk rock da cena paulistana dos anos 1980 e 1990.
É essa memória que o músico atiça no álbum solo “Ramal”, cuja capa expõe arte de Ana Prata. Disponível desde 16 de abril, em edição da gravadora YB Music, o álbum “Ramal” mostra Cabral no toque da guitarra, primeiro instrumento do músico.
Gravado no Estúdio Cosmo com captação de Biel Basile, que toca baterista e percussão no álbum, “Ramal” também traz a guitarra de Fernando Catatau na música “Tarde azul”, parceria de Cabral com Catatau.
Já a voz de Sophia Chablau é ouvida nas faixas “Companheira estelar” (Marcelo Cabral e Rodrigo Campos), “O herói vai cair” (Marcelo Cabral e Eduardo Climachauska), “Quem vai me acudir” (Marcelo Cabral e Negro Leo) e “Sex símbolo” (Marcelo Cabral e Sophia Chablau).
Inteiramente autoral, o repertório do álbum “Ramal” inclui parcerias de Marcelo Cabral com Kiko Dinucci (“Ar”), Romulo Fróes (“Grito”), Alice Coutinho (“Hora errada”) e Douglas Germano (a música-título “Ramal”).
Mais um bem-vindo passo torto na discografia do artista, o álbum “Ramal” foi produzido pelo próprio Marcelo Cabral, mixado por Guilherme Jesus e masterizado por Felipe Tichauer.

G1
