A Polícia Federal cumpriu, na manhã desta terça-feira (30), um novo mandado de reintegração de posse em áreas do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, localizado na Região Metropolitana de João Pessoa. A medida foi adotada após a identificação de uma nova ocupação irregular em uma área pertencente ao sítio aeroportuário.
A operação foi realizada pela Polícia Federal com o apoio da Polícia Militar da Paraíba, do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba e da Aena Brasil, concessionária responsável pela administração do aeroporto. O mandado foi expedido pela 1ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.
De acordo com a Polícia Federal, a nova ação tornou-se necessária porque houve uma nova invasão da área, mesmo após uma operação semelhante realizada no fim de março deste ano. Desta vez, os agentes encontraram cercas e barracas instaladas irregularmente no local, mas não havia pessoas ocupando a área no momento do cumprimento da decisão judicial.
Segundo as autoridades, a desocupação tem como principal objetivo garantir o cumprimento da determinação da Justiça Federal e preservar a segurança operacional do aeroporto, considerada uma área estratégica e sensível para o funcionamento das atividades aeroportuárias.
Reintegração já havia sido realizada em março
No dia 30 de março, uma operação integrada também cumpriu um mandado de reintegração de posse em áreas do sítio aeroportuário do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto. Na ocasião, cerca de 100 agentes participaram da ação, reunindo equipes da Polícia Federal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar, Justiça Federal, Aena Brasil e apoio logístico do Exército Brasileiro.
Assim como na operação desta terça-feira, o objetivo foi remover ocupações irregulares em áreas vinculadas à operação do aeroporto, garantindo a integridade da infraestrutura e a segurança das operações aéreas. Na época, os órgãos envolvidos não informaram o número de pessoas retiradas durante o cumprimento da decisão judicial.
As autoridades reforçaram que novas invasões em áreas pertencentes ao sítio aeroportuário poderão resultar em novas medidas judiciais e operações de desocupação, devido aos riscos que ocupações irregulares representam para a segurança da aviação civil.














